Como tratar fibrina pós-cirúrgico.

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14 Como tratar fibrina pós-cirúrgico.

A fibrina é parte fundamental na cicatrização de qualquer ferida, ela é formada pelo fibrinogênio que muda sua estrutura quando ocorre a lesão ou ferida propriamente dita, então ele se transforma em fibrina que assume a forma de um fio capaz de tecer uma teia de trama tão fina, que as células do sangue não conseguem atravessar. Essa teia é o coagulo que logo depois se desidrata e, ao secar forma a popular casquinha do machucado. Sob a sua proteção acontecerá à cicatrização.

Nem sempre tudo acontece dessa maneira, quando se rompe vasos a pressão do fluxo sanguíneo é forte o bastante para arrebentar a teia de fibrina, que vai romper o corte e pode levar a outras intercorrências como; deiscência que vai prolongar ainda mais a cicatrização e pode demorar ate 90 dias para fechar completamente.

Outros fatores são importantes na cicatrização além da fibrina, a falta de oxigênio pela ausência da circulação, nervos foram cortados deixaram de enviar suas costumeiras mensagens, intoxicados por substâncias resultantes da morte de células vizinhas. Esse conjunto de efeitos funciona feito um sinal de S ao cérebro. “É acionada uma série de mecanismos, típicos da inflamação, cujos sintomas são calor, rubor e dor”, explica o imunologista Mário Mariano, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. “O sistema nervoso reage, ordenando a abertura de pequenos vasos sanguíneos, que antes não estavam funcionando”. “Aliás, essa é a causa da vermelhidão ao redor da área machucada”, descreve.

Com essa reação chega um batalhão de glóbulos brancos ao local da ferida. Entre eles, os chamados fagócitos, cujo nome, do grego, significa células capazes de comer. “Elas trabalham como lixeiros, limpando a área”, define o professor Mariano. “Engolem e digerem micróbios, que tentam aproveitar o rombo da ferida para invadir organismos sadios. Além disso, destroem os restos de células mortas no ferimento.” Enquanto fazem o seu serviço, os fagócitos ainda liberam uma diversidade de moléculas, cuja imensa família é conhecida por citoquina. Esse mesmo tipo de citoquina induz à formação de microvasos sanguíneos sob a casca da ferida. Essas pequenas artérias serão usadas para levar nutrientes e oxigênio às células encarregadas de trabalhar pesado, enquanto durar a cicatrização. Quando o serviço estiver terminado, no entanto, os vasinhos descartáveis serão eliminados.

Para facilitar todo esse processo devemos usar nossas mãos abeis e treinadas para ajudar e nunca atrapalhar o processo de cicatrização.

No local da ferida nunca colocar muita pressão na hora da drenagem para não correr o risco de romper a área lesada, se ao redor da cicatriz começar a ficar muito vermelha ou sem perfusão fazer massagens interdigitais no local para melhorar a irrigação.

Mantenha a área sempre livre de excesso de liquido, isso nós conseguimos com uma boa drenagem linfática.

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