Como tratar nódulos pós-cirúrgico

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 Como tratar nódulos pós-cirúrgico

Em uma lipoaspiração a drenagem linfática ajuda a minimizar a fibrose, pois retira o líquido acumulado na região operada. Quanto mais líquido retido, maior será o espaço vago que o corpo deverá ocupar com cicatriz.
A cicatrização exagerada nos tecidos internos é uma das mais temidas complicações após a cirurgia plástica. Ela ocorre principalmente no tecido subcutâneo, mas também pode acometer a superfície da musculatura.
Os nódulos são formados no meio das fibroses espalhadas no tecido subcutâneo em alguns casos também causará a fixação da derme na musculatura formando uma aderência.
Além de ser fundamental que o procedimento seja feito da forma adequada por um profissional experiente, também é importante evitar o hematoma, que é o acúmulo de sangue nos tecidos que pode ser encarcerado por fibroses.
No pós-operatório, uma recomendação muito importante é o uso da cinta de compressão, principalmente nos quatro primeiros dias, pois assim é reduzida a chance de juntar sangue na região lipoaspirada. A cinta pós-cirúrgica comprime o local e evita com que sangre, além de impedir com que acumule líquidos.
A fibrose nada mais é do que uma cicatrização intensa do tecido lesado, onde houve edema e agressão e a sua aparição no pós-operatório pode ocorrer em maior ou menor grau. Isso acontece porque proteínas são acumuladas de forma crônica atrapalhando o funcionamento dos fibroblastos, responsáveis pela cicatrização, que passam a trabalhar em excesso produzindo acúmulo de colágeno que causam repuxamento e dor, além de ondulações inestéticas, levando a uma aparência desagradável na região.
Vale destacar que uma técnica invasiva como a lipoaspiração, apesar das pequenas incisões, por exemplo, representa uma agressão extensa e provoca uma reação em cadeia em todo o sistema de defesa do corpo. Dessa maneira, quanto maior a quantidade de gordura retirada e quanto maior a área aspirada, maior será a agressão e, consequentemente, maior a reação do organismo. Com isso, inicia-se um processo de cicatrização irregular na região em que foi feita a lipoaspiração, ocorrendo formação ou desenvolvimento em excesso de tecido conjuntivo fibroso, fazendo aderências que prendem a pele ao músculo, deixando-a com uma aparência disforme e cheia de ondulações, explica a cirurgiã.
Este processo pode surgir por volta do sétimo dia de cirurgia. E, dentre os fatores que podem influenciar no aparecimento da fibrose, destacam-se:
• Reação do próprio organismo à agressão sofrida com a lipoaspiração
• Ausência ou erro na drenagem linfática
• Uso incorreto da cinta cirúrgica
• Repouso inadequado

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